Bem, ontem enquanto assistia a aula de história da Arte na faculdade, acabei tendo uma bela surpresa.
Como futuro historiador, e cientista social, sempre me via analisando as manifestações artísticas através de um olhar de cientista social, tentando descobrir o que o autor da obra tentava manifestar através da arte, certamente influenciado pelo seu momento histórico…
Quando entrei na sala, 5 minutinhos atrasado, cheguei com o professor falando: “eu sou fulano de tal, arquiteto, mestre em não sei o que…”, parei e pensei com meus botões: Que que esse cara tá fazendo aqui??? Não deve entender nada de sociologia, filosofia, vai dar aula pra futuros historiadores?
E não é que eu acabei caindo na regra do praeconceptus ? Pois é, quebrei a cara! Que coisa feia ein Frederico?!
E por que quebrei a cara? Quebrei a cara porque, as vezes, como futuros cientistas sociais acabamos perdendo a capacidade de enxergar a beleza humana das coisas… E isso não é nada bom!!! Nós nunca podemos deixar de ficar fascinados e tocados por uma obra de arte ou qualquer tipo de manifestação humana… E não faz sentido estudar a história da humanidade se afastando da sua essência, que é SER HUMANO, sentir coisas inexplicáveis, agir inexplicavelmente…
Esse redescobrimento da humanidade da arte será uma grata surpresa do curso…




Quem é?
O Lobato???
O povo fala bem dele…
Saudações Tricolores!!!